Existem coisas que nós decepcionamos e nos entristecem da forma mais aterrorizante. O amor se expressa de duas formas. AMOR e ODIO.
Quando o amor surge é tudo muito bom, e assim ele representa a coisa mais importante da vida de uma pessoa, seus sonhos, seus pensamentos, seus desejos, aquela vontade de estar sempre perto. O amor é assim constrói um mundo em que a cada passo que você dá ele fica mais escasso e você pode cair dessa ponte.
O amor é uma ponte, e todos podemos entrar nela e não conseguir sair sem conseqüências.
O amor tem suas forças, a maior de todos os sentimentos, mais perfeito de todos os sentimentos ele consegue fazer a pessoa ficar frágil, triste, feliz um pouco de tudo.
Seu lado ruim é que o ódio que o amor traz junto de si, é um sentimento muito mais forte. Ele fere e destrói, por dentro e por fora. Deixa marcas inapagáveis e cria um sentimento que jamais desaparece o ódio. O amor é bom, mas o seu lado bom pode cegar os olhos e ferir o CORAÇÃO.
O ódio fere, o amor consola, mas sempre se pode contar com as amizades.
Momentos assim, eu prefiro não viver... Estou triste demais...
Às vezes acordamos e nos deparamos em situações de completa dor ou felicidade. Um infinito de sentimentos jamais vividos ou presenciados. Essa é a nossa vida. Viver é não saber o futuro, buscar novas reações em um planeta repleto de caminhos e que cabe a cada um de nós escolhermos o melhor, mais seguro e que ofereça melhores condições. Nossa vida é cercada de mistérios de atitudes que jamais pensaríamos fazer, reações dramas e tensões que de tão intensas e completas acabam por si só representar o valor de uma vida. Continuar é arriscar, é tentar o novo, esquecendo as amarguras e transformando tudo de ruim que existe em uma simples palavra de sentimento o AMOR. Vivemos em paz com amor e essa visão causada pelo sofrimento só tem quem quiser. Quando acordamos e nos vemos a frente do espelho com aquela cara sonolenta e refletimos: Como será o dia de hoje? A pergunta é como muitas respostas nem sempre está correta. Por isso a nossa vida nos reserva momento de felicidade e de dor, e nós devemos estar absolutamente preparados para receber qualquer que seja a reação.
Abaixo tem um texto bem legal, com uma história simples, mas envolvente espero que gostem...
Luiz Fernando Veríssimo
Ecos do carnaval
Com o tempo, o casal desenvolvera um código pra se comunicar de longe nas reuniões sociais. Quando ele esfregava o nariz queria dizer "Vamos embora". Quando ela puxava o lóbulo da orelha esquerda queria dizer "Cuidado", geralmente um aviso para ele mudar de assunto. Puxar o lóbulo da orelha direita significava "Pare de beber". Se ele então girasse a aliança no dedo, era para dizer "Não chateia". Se depois ela coçasse o queixo, era "Você me paga”.
Naquela noite houve confusão nos sinais. Mais tarde, em casa ela gritava:
- “Você não me viu quase arrancar a orelha esquerda, não? Era para ele mudar de assunto, mas ele tinha bebido tanto que confundira a orelha esquerda dela com a direita e pensara que a mensagem era para não beber mais. E, enquanto girava a aliança acintosamente no dedo insinuara a contar o caso que tinha ouvido, às gargalhadas. O caso das vassouradas”.
Acontecera durante o carnaval. A mulher voltara da praia de surpresa, na quinta de noite, e cruzara na porta de casa com o marido que saía de sarongue. Se não estivesse de sarongue ele teria inventado uma história para justificar a saída àquela hora. Uma súbita vontade de comer pastel, um amigo doente, qualquer coisa. O sarongue inviabilizara qualquer desculpa. Um sarongue não se disfarça não se explica não se nega. O sarongue é o limite da tolerância e do diálogo civilizado. E como o diálogo era impossível, a mulher partira para a agressão. Buscara uma vassoura dentro de casa. E correra com o homem para dentro da casa a vassouradas. A vassouradas!
- Você não sabia que foi com eles que isso aconteceu? Com os donos da casa? - gritava agora a mulher. E completava: - Seu pamonha!
- Como é que eu ia saber? Contaram-me a história, mas não deram os nomes!
- E eu puxando a orelha feito uma doida!
Mais tarde, já na cama, ele racionalizou:
- Bem feito.
- O quê?
- Pra ela. Não se bate num homem com uma vassoura.
- Ah, é? E o sarongue?
- Não interessa. Nada justifica a vassoura.
- Sei não...
- Podia bater. Mas não com vassoura.
E indignado, como se estabelecesse um dogma:
- Vassoura, não!
Aí a mulher disse que o mal já estava feito e o melhor que eles tinham a fazer era repassar o código para que coisas como aquela não acontecessem mais.
Como havia combinado vou comentar e indicar filmes, como já deixei claro aqui em postagens anteriores, sou um fã assíduo do SBT, mas também cultuo alguns filmes, por exemplo adoro trilogias, Brinquedo assassino, Harry Potter, Senhor dos Anéis e a minha preferida Hannibal esse é o melhor.
Além de muitas outras trilogias, gosto de filmes de histórias de desenhos transformados em filmes, como Superman, X-men e o recente Ben 10, Dragon Ball gosto de ver os diretores quebrando a cabeça para levar muitas coisas (poderes) à realidade dos nossos olhos.
Para está sexta feira não vai ser diferente vou indicar A TRILOGIA DO BRINQUEDO ASSASSINO, ele ainda pode surpreender você e te deixar com muito medo.
Existem 5 filmes da franquia:
Brinquedo Assassino 1 (Chuck)
Brinquedo Assassino 2 (Chuck)
Brinquedo Assassino 3 (Chuck)
A Noiva do Chuck
O filho de Chuck
Os dois últimos finalizaram até o momento todos os filmes do temido brinquedo vivo, levando um ar mais de comédia não se engane Chuck é o Brinquedo assassino o mais temido estripador de todos os tempos.
A história basicamente se resume em Charles, um homem foge da policia e acaba levando um tiro, acaba entrando ferido numa loja de brinquedos onde lá estão centenas de bonecos BONZINHOS, Charles acaba morrendo só que antes transfere sua alma para dentro do boneco. E a partir daí se inicia a história do grande serial killer que é Chuck.
Assistam, pois eu acredito que a má impressão que ele passa nos dois últimos filmes sumirá quando você ver qualquer um dos primeiros.
Andando numa floresta, aparentemente perdido eu me encontrava sozinho. Parecendo um menino abandonado, resolvi caminhar pela floresta, quanto mais floresta adentro eu estava mais perdido e sozinho eu parecia estar.
A solidão bateu e junto com ela a ansiedade de ser encontrado, nada ninguém me encontrava, sequer conseguiam escutar aos meus descabelamentos, gritava incansavelmente até não suportar mais, ninguém conseguia me ouvir. Continuei andando floresta adentro e já me parecia estar ao meio dela depois de muito tempo andar quando encontro por uma espécie de duende que me leva para uma caverna. Dentro desta caverna, me senti por um instante seguro, mas a intenção desde duende não era me ajudar e sim saciar sua fome com a minha pouca carne.
O duende não me deu muitas escolhas do que fazer me amarrou entre duas grandes paredes, a corda que ele usou era semelhante a que no dia anterior havia usado para pular, me divertir, agora sendo usada para me prender junto com o inimigo. Durante o tempo em que estive ali com o duende ele se quer falou uma palavra mesmo que eu por muitas vezes perguntasse por seu nome.
Diante daquela situação não podia eu fazer nada apenas aguardar o pior.
Passado algum tempo eu já muito desgastado por estar em pé não contive em criticar as atitudes desde duende e o bombardeei com perguntas...
— O que você pretende fazer comigo? Eu quero saber me responda! E eu repetia cada vez mais forte, até que em apenas dois movimentos Yuri, me respondeu:
— Cale-se imediatamente – me dando um safanão, que de susto acabei por acordar.
Não voltei a dormir com medo de me perder naquela floresta. Tenho certeza que se voltar a dormir esse duende ira me pegar.
Assim que se lembrar de mais alguns detalhes deste meu pesadelo, volto a escrever compartilhando os mais incríveis pesadelos e sonhos.
Existem coisas na vida que só devemos aceitar se estivermos para morrer, outras nem no inicio de um principio da morte, deveríamos aceitar é injusto. (que inicio do principio isso existe).
Se você aceitar ser uma pessoa triste será triste para o resto da vida, se conformar é ainda pior as oportunidades jamais acabaram você é quem determina a quantidade de portas que se abrem.
Existem histórias que podem ser contadas em apenas uma linha, ou simplesmente num verso de uma bela poesia bem elaborada, mas tenho certeza que a sua vida pode e deve render um livro de histórias das mais divertidas e engraçadas, as mais simples e tristes de se recordar. Cada acontecimento depende da sua força de vontade para crescer e desenvolver as diversas idéias que existem na sua cabeça, pois elas abriram as portas que aquela tristeza que eu citei no inicio tratou de fechar.
Boa sorte na sua caminhada que eu continuo abrindo portas enquanto você escolhe se mantêm as suas abertas ou fechadas!
Até o próximo post, onde desvendarei o meu mundo de sonhos, mais uma vez tive um terrível pesadelo e contarei para vocês em detalhes.
— Olha mãe, na TV estão comentando o assalto seguido de assassinato que teve aqui no bairro. Segundo eles informam, quem morreu foi o pai do Fernando. Comenta Kelly.
— Nossa minha filha, — falou assustada — então devemos tomar muito cuidado, principalmente você que anda meio desatenta. Falou Helena à filha, na esperança que agora a menina tomasse jeito.
Assim que Kelly levantou da cadeira, o telefone tocou. Era sua prima Cristina que estava avisando.
— Prima. Estou chegando!
Kelly estava ansiosa afinal as duas eram grandes amigas, apesar de a ligação ter sido curta devido ser interurbano, ela conseguiu saber o dia que a Cristina chegaria, na próxima quinta, era domingo.
— Mãe! — Chamou — Adivinha quem vem nos visitar?
— Quem minha filha? Não me diga que é mais um de nossos parentes?!
— Sim mãe, é a Cristina ela vira nos visitar, ela chega domingo.
— Ah melhor minha querida, Cristina é uma jovem adorável, além do mais faz muito tempo que eu não vejo sua tia e Cristina deve nos trazer noticias. Comentou Helena.
Helena já tinha terminado de fazer o almoço e Kelly, assim que terminará de almoçar foi até a rua, por lá encontra Fernando cabisbaixo e meio tristonho, ela boa moça tenta animá-lo.
— Tudo em Fernando? Começa ela.
— É Kelly, estou bem sim. Fala ele com a voz quase que desaparecendo no ar.
— Que isso meu amigo porque de tanta tristeza, sei que é um momento triste que você passa, mas afinal de contas a sua vida deve continuar você não pode ficar por ai vegetando, se levante. Ela fez um gesto para que ele levantasse, sem sucesso, ele continuou sentado de cabeça baixa.
— Não adianta Kelly, minha vida acabou. Meu pai era muito importante para mim, fazia-nos tudo junto, jogávamos futebol, andávamos de carro, até íamos para a balada juntos.
— Sinto muito ele ter ido, só que você deve entender que existem coisas na vida que simplesmente devemos aceitar, não há o que fazer.
Fernando não estava mais ouvindo o que Kelly lhe dizia, estava muito traumatizado, ele e o pai eram muito ligados, e ainda mais que segundo os policiais Antonio teria sido assassinado, o difícil e o que Fernando queria descobrir era quem tinha matado seu pai, por isso de tanto remorso. Assim que Fernando chegou a casa viu sua mãe arrumando as malas iria embora, Fernando não entendeu, mas parecia que ele tinha alguma culpa, não entendia o que estava acontecendo. Dali a poucas horas sua mãe já tinha ido embora e Fernando ficado sozinho em casa. De repente, Fernando pensa em liga para Marcio, um amigo de infância que morava ali na vizinhança.
— Cara, vem aqui preciso conversar com alguém. Fernando realmente estava muito abalado e nem Kelly, que é sua paixão de infância o fez feliz, agora que até sua mãe o abandonou, esta se sentindo um cão abandonado.
— Estou chegando! Marcio percebeu na voz do amigo que ele realmente estava mau e em poucos minutos ele já estava junto do amigo, Fernando precisava mesmo de um ombro amigo.
Mesmo tendo chegado com menos de cinco minutos na casa de Fernando, Fernando pareceu ter conseguido destruir tudo o pouco que sua mãe havia deixado na casa, quadros, rasgado livros, a casa estava virada de ponta cabeça, com a porta arrombada, Marcio entrou e encontrou Fernando ao lado do telefone que também estava destruído, quando Marcio se aproximou de Fernando, esse começou a chorar, Marcio abraçou o amigo, na porta quem via a cena era Kelly que foi ver o que estava havendo, tinha escutado muitos barulhos vindos de lá de dentro e agora entendia tudo.
Esse será o título da minha peça de teatro para apresentar no terceiro bimestre na escola, será totalmente original e partirá da LENDA GREGA-ROMANA, sobre a deusa Flora (Clóris) e seu marido Zefiro.
A história abordará o surgimento da primavera, tentarei fazer uma história com bastante humor e um romance superficial, afinal todos são deuses e cada um se acha melhor que o outro.
A história deverá ter entre 6 e 9 personagens, assim que tiver trechos mais concretos estarei postando aqui.
E sobre E QUANDO AMANHECER, quero dizer que estou já no capítulo 10, falta ainda só edita e estarei postandom, a história está muito legal e divertida, consegui colocar um drama que é dificil de se encontrar em histórias (dupla personalidade), mais detalhes vocês descobriram em breve.
Fiquei um tempão novamente sem escrever, estava sem cabeça e essa mudança de tempo não ajudou muito. Em São Paulo, ora chove ora faz frio “haja saúde”, a minha já foi.
Sobre textos, estou aprendendo a gostar de literatura, acho que a mudança de professor fará toda diferença esse ano. Estou lendo Memórias de um Sargento de Milícias de Manuel Antonio de Almeida e indico, pois é um livro muito bom mesmo ainda não tendo terminado de lê-lo.
Filmes, super indico para quem ainda não viu a saga dos Brinquedos assassino. Todos são muito bons e mesmo sendo tão antigos, prendem a atenção de quem os assiste, - fora que “Chuck” ainda da medo.
Filmes, novelas e series da TV, desiste de acompanhar, mas volta e meia passo por Viver a Vida, ou Smallville, ou CSI, ou etc... Agora com a estréia de Uma Rosa com Amor devo passar a acompanhá-la – sou fiel ao SBT.
Ah todos devem estar perguntando cadê a continuação da história E quando amanhecer, é que eu estou escrevendo uma peça de teatro e não gosto de misturar idéias na hora de escrever. Em breve posto mais detalhes sobre essa peça e mais um capítulo que já tenho pronto.